Daqui a quatro dias, advogados tentarão reverter em Milão condenação de nove anos por estupro. Mas diretoria e conselheiros não querem Robinho de volta
O Santos está nas quartas-de-final da Libertadores.
Fará dois duelos com o Grêmio.
Depois de 24 jogos no Campeonato Nacional, briga forte para garantir a Libertadores de 2021, se não vencer esta.
O grupo limitado está tão unido e competitivo que superou até as complicações de Cuca, que sofre com a Covid.
Mesmo com seu ex-presidente José Carlos Peres, tendo sido expurgado, da Vila Belmiro, sofrendo impeachment.
E com a dívida do clube, maior do que R$ 300 milhões.
Ou seja, tudo está caminhando até melhor do que se supunha
Por isso, conselheiros, membros da diretoria e sócios não querem nem ouvir falar de Robinho.
A Corte de Apelo de Milão decidirá se mantém ou não a condenação de Robinho, no dia 10.
O que levou à condenação do jogador foram suas próprias palavras. Ele foi grampeado pela polícia italiana.
Diante da revelação dos diálogos, o presidente Orlando Rollo, maior defensor da volta de Robinho à Vila Belmiro, ficou isolado, sozinho.
A diretoria, o Conselho Gestor, os conselheiros e sócios não aceitam o retorno.
Nem mesmo se ele conseguir ser inocentado daqui seis dias, o que é improvável.
Ter Robinho no elenco só traria protestos, pressão da mídia, fuga de patrocinadores
O jogador tinha assinado contrato de dois anos com o Santos.
Devido à pressão pela condenação de estupro e, principalmente, pela revelação dos diálogos, o contrato foi suspenso pelo presidente Rollo.
O dirigente não quis a rescisão.
O recurso de Robinho será no dia 10, na próxima quinta-feira, em Milão.
No dia 12, no sábado, haverá eleições no Santos.
Rollo não é candidato, era vice do banido Peres.
Nenhum dos seis homens que disputam a presidência querem a volta de Robinho, independente do que acontecer na apreciação do recurso, em Milão.
Fonte: BLOG COSME RIMOLI



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