A Justiça de São Paulo rejeitou uma tentativa do Santos de barrar uma cobrança de mais de R$ 1 milhão pela contratação de Lucas Veríssimo.
O clube havia ingressado com uma exceção de pré-executividade, que é um mecanismo de defesa que pede a dispensa da cobrança por algum ponto existente anteriormente.
No caso, o Santos alegou que o tema já havia sido abordado na CNRD (Câmara Nacional de Resolução de Disputas), órgão criado pela CBF para solucionar conflitos financeiros, contratuais e regulatórios no futebol brasileiro.
Porém, a Justiça entendeu que o caso pode, sim, ser discutido no tribunal comum. A juíza Rejane Lage ainda determinou que a discussão continue nos embargos à execução abertos pelo Peixe no processo.
A empresa Talents Sports processou o clube, cobrando mais de R$ 1 milhão na Justiça pela intermediação de um contrato do zagueiro Lucas Veríssimo.
Na ação, à qual a ESPN teve acesso, a agência diz que, em novembro de 2020, participou de negociação envolvendo o defensor, o que gerou direito à remuneração por parte da equipe.
O valor inicialmente era de R$ 2 milhões, mas, como o Alvinegro não pagou, foi celebrado um aditivo, em janeiro de 2022, renegociando os termos.
Nessa alteração, ficou estabelecido que a equipe praiana pagaria R$ 550 mil à Talents Sports, em uma parcela única, com vencimento em 31 de março de 2022.
No processo, a empresa assegura que enviou nota fiscal ao Santos, mas nunca recebeu o valor, mesmo após "diversas tentativas de cobrança amigável".
Com isso, a agência foi à Justiça exigindo a quitação do débito atualizado de R$ 1.007.398,70, já acrescido de correção monetária e juros, com continuação da incidência de IPCA e juros de 1% ao mês até o efetivo pagamento.
A Talents pede que o Peixe ainda seja condenado ao pagamento dos honorários advocatícios de 10%, das custas processuais e dos demais encargos legais
Fonte: Espn
Cleber e Elaine











