segunda-feira, 29 de julho de 2019

Peres vê Sampaoli com “musculatura” no Santos e torce por permanência em 2020


O presidente do Santos, José Carlos Peres, garante o técnico Jorge Sampaoli até o fim deste ano e torce pela permanência em 2020.

O argentino tem contrato até dezembro do ano que vem e foi procurado recentemente pelas seleções do Irã, Marrocos e Equador, além de Flamengo, Atlético-MG e Bétis (ESP
Não podemos rejeitar essa ideia de que ele criou uma musculatura no clube. Ele já é reconhecido pela imprensa nacional e internacional. Ele tem uma multa com o clube, mas acho, que acima disso, é a vontade dele de ser campeão. Sinto que ele fica conosco até o final do ano, com certeza absoluta, espero que ele continue até o final do contrato. Contratamos 13 jogadores, estamos perto de mais um, dois, e isso sempre faz outro ser vendido. Queremos atender os pedidos dele sempre, mas claro que temos um limite”, disse Peres, à TV Gazeta.
A multa rescisória é de cerca de R$ 10 milhões e Sampaoli não pensa em sair neste ano. A ideia é terminar o Campeonato Brasileiro e avaliar o “fico” para a próxima temporada. O Santos lidera a competição, com 29 pontos.

Argentino, tatuado. Melhor técnico do Brasil. Jorge Sampaoli

Eu só sei quem vai ser o próximo técnico da Seleção Brasileira: o Sampaoli.

"Por dois motivos: ele é tatuado e ele anda de bicicleta.


"Ah, além de tudo ele é argentino
Esse é o futebol brasileiro hoje."

As declarações sem sentido de Levir Culpi, em maio, no Sportv, tinham por intenção atacar, ridicularizar, mostrar que o futebol do país está tão sem sentido que o próximo homem a comandar a Seleção Brasileira seria um argentino.

Precoceito, xenofobismo sem razão de ser.

Porque hoje, Sampaoli é o melhor treinador do país.

A Seleção atual, mesmo campeã da Copa América, busca um rumo, definição com Tite.

Felipão está em péssima fase, com o milionário e recheado elenco do Palmeiras sem força para atacar.

Renato Gaúcho sofre para reencaixar o futebol envolvente na frente e convincente na defesa.

Jorge Jesus mal chegou ao Flamengo, já cometeu erros infantis no primeiro jogo das oitavas-de-final da Libertadores.

Mano Menezes, há três anos no Cruzeiro, segue priorizando a retranca, os contragolpes.

Cuca busca acabar com a instabilidade crônica do São Paulo.

Sampaoli conseguiu com muito trabalho fazer o que muitos santistas duvidavam. Colocar o limitado elenco na ponta da tabela do Brasileiro.

Um argentino na liderança do Brasileiro.

Com uma campanha excepcional.

Em 12 jogos, nove vitórias, dois empates e uma derrota.

Seis vitórias seguidas.

Sete meses de trabalho.

E que demonstram a importância do intercâmbio.
Outros treinadores com talento de nacionalidades distintas são importantes. Para trazer novas propostas de jogo, métodos distintos de treinamento, impor novas filosofias, dinâmicas aos times.

Sampaoli não segue o caminho comum do futebol 'reativo' que domino o território nacional.

Ele mostra o que aprendeu aos 59 anos, ex-comandante da Seleção Argentina na Copa do Mundo da Rússia, campeão da Copa América com o Chile.

Com seu versátil 4-3-3, ele quer, acima de tudo, a posse de bola, sufocar o adversário, usar toda a velocidade, a capacidade de improviso dos seus jogadores nos últimos 30 metros do gramado.

Soltar laterais como se fossem pontas, liberar meias para trocarem posição, não manter atacantes fixos, obrigar volantes a terem habilidade na área adversária.

Obrigar seus goleiros a não só saírem com a bola dominada, mas terem visão, velocidade para se anteciparem a falhas da defesa e se tornarem líberos.

Tudo isso com uma equipe compacta, vibrante na hora de atacar e quando há necessidade da recomposição.

Homem com personalidade forte, capaz de lembrar o próprio presidente José Carlos Peres que a casa do Santos é a acanhada Vila Belmiro. Um caldeirão que precisa ser usado e não o neutro Pacaembu.

E além disso, ter personalidade suficiente para reclamar a perda de jogadores com o talento de Rodrygo, Jean Lucas.

Revelar não ter a menor ideia que o ex-treinador Paulo Autuori seria contratado para comandar o departamento de futebol santista.

Mas seguir vibrando até mais com o time durante os jogos.

Tendo, por isso, o 'privilégio' de ser o primeiro treinador deste país a ser suspenso pelo terceiro cartão amarelo.

A liderança pode ser efêmera.

O elenco santista segue limitado até no número de atletas com potencial. Mas o clube segue firme para conquistar uma das sonhadas vagas para a Libertadores.

Depois de fazer o clube chegar à liderança isolada depois de 15 anos, quando foi campeão do Brasil, em 2004, Sampaoli é realista em relação ao futuro.

"Temos que saber que nosso maior rival agora somos nós mesmos. O ânimo está alto. O futebol muda muito rápido. É preciso estar atento e concentrado.

"Agora, quero apertar para que melhorem, para que fixem os conceitos e joguem como jogaram hoje. Gerando chances de gol, atacando e pressionando. Precisamos desse estado de ânimo que nos permita melhorar."

Essa obsessão não é da boca para fora.

Ele segue treinando, trabalhando cada vez mais, relatam repórteres que cobrem o Santos diariamente.

Entre os erros assumidos está na cobertura da defesa, quando os adversários jogam bolas longas, sobre o meio de campo adiantado santista.

Sim, porque seu esquema tático é ousado, impressiona, mas há falhas, como qualquer.

A experiência dolorosa na Copa do Mundo da Rússia, comandando a Argentina serve como referência ao técnico.
Há vários méritos no trabalho do argentino.

O primeiro é o controle completo do futebol santista, inclusive com observações de jogos de equipes da base.

O segundo, a obsessão pelos treinamentos fortes, intensos, setorizados. Que passam confiança aos jogadores, capazes de saber onde os companheiros estão, de olhos fechados.

O terceiro, fundamental, insistir na intensidade do time. Compensar o médio potencial técnico da equipe como um todo com o preparo físico levado ao limite.

O Santos é uma equipe sem grandes destaques individuais.

É o futebol coletivo que se impõe.

Um argentino chegar à liderança do Brasileiro garante um título de matéria chamativo.

Mas passada a xenofobia, o preconceito, o que importa é o trabalho, a visão diferenciada do comandante santista.

Isso se espalha, influencia técnicos do Brasil todo.

De repente, uma nova maneira de enxergar futebol, com novas propostas.

E que acrescentam ao repertório dos brasileiros, sem mercado na elite do futebol mundial, a Europa.

Com raríssimas exceções, como Sylvinho no Lyon. Técnico que jamais comandou um clube no Brasil.

Sampaoli fez do Santos a demonstração do intercâmbio de ideias ao vivo, todas as rodadas do Brasileiro.

São propostas de jogos ricas de conhecimento, variações.

Mas que não permite descanso, acomodação.
Vamos ver daqui para frente. Chegamos em um ponto que veremos se vamos conseguir manter o primeiro lugar jogo a jogo. Embaixo de nós, temos equipes que já deram resultado. O desafio é o que vem. Chegamos agora na liderança e pode durar muito pouco.

"É um desafio com nós mesmos."

O argentino que anda de bicicleta e é tatuado já chegou à liderança do Brasileiro. Ainda não é cogitado para a Seleção Brasileira.

Mas quem pode negar seu talento?

Nem mesmo Levir Culpi.

É bom saber.

Jorge Sampaoli não veio a passeio

domingo, 28 de julho de 2019

Santos evolui e renovação com Gustavo Henrique fica mais perto

O Santos está mais próximo de acertar a renovação do Gustavo Henrique. O zagueiro, com contrato até final de janeiro de 2020, quer permanecer no clube e está encaminhando um acordo com a diretoria e deve assinar na próxima semana.

Além das mudanças em seu molde contratual, como salário e luvas, a diretoria prevê um contrato até 2022. Vale lembrar que o atual vínculo de Gustavo permite que ele assine com qualquer clube no próximo mês.

- Sim (evoluiu). Não! (Fernando César, empresário de Gustavo Henrique, não cedeu sua porcentagem de 45% do jogador ao Santos) - resumiu o presidente José Carlos Peres ao Lance!

Gustavo está nos planos do técnico Jorge Sampaoli, que, inclusive, reclamou da demora para concretizar a renovação de contrato do defensor na última sexta-feira . O argentino costuma contar com o zagueiro quando escala o time com três na defesa.

Perto de completar 200 jogos pelo Peixe, contra o Avaí, neste domingo, na Vila Belmiro, Gustavo busca facilitar sua permanência na Baixada Santista. A reportagem procurou seu empresário, que preferiu não comentar sobre o assunto

Paciente, Éverson rodou e esperou para virar titular do Santos

SANTOS
Éverson Felipe Marques Pires, 28, tinha apenas sete anos quando virou companheiro inseparável do pai, Paulo Ferreira Pires, pelos campos de várzea na cidade de Pindamonhangaba (a 140 km da capital).

Nas andanças, orgulhava-se de buscar as bolas chutadas nos matagais dos campos sem alambrados e já carregava uma certeza: viraria goleiro como o pai um dia.

“Isso [de ser goleiro] está dentro de mim. Penso nisso desde que me entendo por gente”, disse à Folha.

Escolhido pelo técnico argentino Jorge Sampaoli como titular nas últimas quatro partidas do Santos antes da paralisação para a Copa América, entre 14 de junho e 7 de julho, o goleiro venceu, ao menos momentaneamente, a concorrência com Vanderlei, dono da posição no clube desde 2015.
Sinceramente, ainda não me considero titular porque o Sampaoli roda muito toda a equipe. Não vim aqui para tirar o espaço de ninguém, mas meu objetivo é jogar, claro. Falar que fico feliz na reserva seria uma tremenda hipocrisia”, explicou.

Os números, pelo menos, estão ao lado dele: seis gols sofridos em 12 partidas, até então, média de um gol a cada dois jogos. Vanderlei, por sua vez, acabou vazado 24 vezes nos 24 jogos em que atuou, média inferior a do concorrente, de um gol por partida.

Éverson esperou quase 20 dias até a estreia pelo Santos e mais alguns meses para alcançar a sonhada titularidade. Pouco, porém, para quem precisou de ainda mais paciência para seguir na carreira.

Criado desde os 13 anos nas categorias de base do São Paulo, o goleiro passou boa parte do processo de formação no Morumbi como reserva. Antes de se tornar profissional, esteve em duas edições da Copa São Paulo, em 2007 e 2008, mas assistiu a ambas somente do banco de reservas.

“Na hora em que, enfim, ia jogar a Copa São Paulo como titular o clube resolveu descer o Léo [outro goleiro, que já treinava entre os profissionais] para a competição”, contou.

Chegou a treinar alguns meses no profissional ao lado de Rogério Ceni, Bosco e Dênis. Pouco depois, sem ser aproveitado e em fim de contrato, rumou para o Guaratinguetá, clube hoje licenciado de competições oficiais, para jogar com regularidade.

No novo time, mais uma vez, viu o sonho naufragar. Foram quatro anos assistindo a titularidade de Jaílson, hoje no Palmeiras. Sem perspectivas, uma ligação do ex-atacante Evair, que iniciava um trabalho como técnico no River-PI, mudou o rumo da carreira que parecia estagnada. Já com 25 anos e com poucos minutos em campo desde a profissionalização, não pensou duas vezes.

“Foi a única oportunidade que apareceu, então topei”, contou.

Em 2013, no Piauí, vieram as maiores dificuldades. Com dois filhos, um salário modesto e pouca estrutura no novo clube, pensou em voltar para casa e desistir do sonho.

“Comi bastante capim, viu. Ficávamos em um hotel de beira de estrada, ganhava pouco e me alimentava muito mal. Só pensava em voltar para casa. Minha esposa falou: ‘Éverson, fica aí, você tem dois filhos e só sabe jogar bola’”, lembrou.

A promessa de, enfim, virar titular se cumpriu com Evair. Mesmo após a saída do treinador, foi mantido e conduziu o River ao título após sete anos de espera. Na sequência, recebeu um convite para ir para o Confiança-SE.

Além da titularidade e do acesso para a Série C, a passagem pelo clube de Sergipe serviu para chegar ao Ceará, a primeira grande vitrine após os anos de São Paulo.

O terceiro clube no Nordeste e o técnico Lisca mudaram por completo a carreira do jogador. Éverson chegou como reserva de Luís Carlos e com o clube na última colocação da Série B do Campeonato Brasileiro.

Lisca bancou a escalação da então desconhecida contratação como novo titular e transformou o goleiro no herói de uma improvável arrancada que manteve a equipe na Série B. No jogo decisivo, contra o Macaé, uma defesa plástica nos acréscimos o fez virar ídolo da noite para o dia da torcida.

“Foi a defesa de minha vida. Olhei para trás e vi o Castelão pulando como se fosse um gol. As pessoas passaram a me idolatrar."
No Ceará, tudo foi muito além. Conquistou anos de sequência como titular, dois títulos estaduais, mais um acesso, desta vez para a Série A do Brasileiro, e terminou a passagem marcando o primeiro gol de falta da carreira, diante do Corinthians, em 5 de setembro pela 23ª rodada.

“Foi o meu segundo gol como profissional, o primeiro tinha sido de pênalti. O Zé Sérgio [na base do São Paulo] me incentivou e sempre olhei o Rogério Ceni, meu principal ídolo. No vestiário, o Lisca perguntou quem se habilitava para bater faltas na partida e só eu levantei a mão. Ele falou: 'já me chamam de doido, alguém apoia isso?'. Todos levantaram a mão”, afirmou o jogador que, na Vila Belmiro, ainda não recebeu o aval de Sampaoli para voltar a bater faltas
Isso vai de treinador para treinador. Respeito a hierarquia, por enquanto estou quietinho", disse.

A chegada ao Santos foi a consolidação de tudo após anos difíceis. Lisca virou amigo e conselheiro. “Essa proposta é a sua vida. Vai”, disse o técnico ao jogador.

Após tantas vitórias pessoais, Éverson, agora, tenta na Vila Belmiro mais um grande salto na carreira. Comprado por R$ 4 milhões e com contrato até o fim de 2022 ele só quer continuar alimentando o sonho de criança.

sexta-feira, 26 de julho de 2019

Santos acerta o empréstimo de Gustavo Cipriano para a Lazio

O Santos concluiu nesta sexta-feira o empréstimo do zagueiro Gustavo Cipriano, de apenas 18 anos, para a Lazio, da Itália. A informação foi publicada inicialmente pelo globoesporte.com.

O empréstimo terá a duração de um ano. O zagueiro vai defender a equipe sub-19, categoria chamada de Primavera. O valor de compra foi fixado em 750 mil euros (Cerca de R$ 3,1 milhões) por 85% dos direitos econômicos do jogador.
Gustavo Cipriano tem passaporte europeu, o que facilitou a negociação. Ele tem contrato com o Santos até 20 de abril de 2021 e estava fazendo parte da equipe de sparrings que treina com o técnico Jorge Sampaoli.

O Peixe ainda pode acertar nos próximos dias a transferência de outro zagueiro para a Itália. A Sampdoria voltou a negociar a contratação do zagueiro Kaique Rocha

Santos acusa Barcelona de 'assédio' e vai tentar barrar negociação com promessa

O motivo é que o clube alvinegro pretende barrar o acordo com o Barcelona na Justiça. O Santos tem a prioridade na primeira renovação do contrato, mas não se acertou com os empresários.

“Temos liminar na CBF e CNRD (Câmara Nacional de Resolução de Disputas). Notificaremos o Barcelona sobre estar agindo com assédio e seremos implacáveis. Temos o amparo da lei na assinatura do segundo contrato”, disse o presidente José Carlos Peres, em entrevista à Gazeta Esportiva.

Os agentes de Tailson não veem impedimento legal. O jogador está na Espanha para acertar os últimos detalhes do acordo e o Barcelona pagaria cerca de R$ 1,5 milhão ao Santos como indenização ao Santos, clube formador.

O Peixe registrou na CBF, em 8 de março, a proposta de renovação contratual de Tailson – vínculo até novembro de 2021, com salário base de R$ 20 mil. A oferta não animou os representantes do Menino da Vila e a negociação se arrastou.

De acordo com o Alvinegro, os empresários não cumpriram o prazo de 15 dias para resposta – o que pode caracterizar renovação tácita na Lei Pelé. Os representantes afirmam ter recebido outras propostas recentes, antes do acerto com o Barcelona, o que caracterizaria a incerteza do Santos sobre a “vantagem” na Justiça.
O artigo 29 da Lei número 12.395 diz:

“§ 8º Para assegurar seu direito de preferência, a entidade de prática desportiva formadora e detentora do primeiro contrato especial de trabalho desportivo deverá apresentar, até 45 (quarenta e cinco) dias antes do término do contrato em curso, proposta ao atleta, de cujo teor deverá ser cientificada a correspondente entidade regional de administração do desporto, indicando as novas condições contratuais e os salários ofertados, devendo o atleta apresentar resposta à entidade de prática desportiva formadora, de cujo teor deverá ser notificada a referida entidade de administração, no prazo de 15 (quinze) dias contados da data do recebimento da proposta, sob pena de aceitação tácita.

§ 9º Na hipótese de outra entidade de prática desportiva resolver oferecer proposta mais vantajosa a atleta vinculado à entidade de prática desportiva que o formou, deve-se observar o seguinte:

I – a entidade proponente deverá apresentar à entidade de prática desportiva formadora proposta, fazendo dela constar todas as condições remuneratórias;

II – a entidade proponente deverá dar conhecimento da proposta à correspondente entidade regional de administração; e

III – a entidade de prática desportiva formadora poderá, no prazo máximo de 15 (quinze) dias, a contar do recebimento da proposta, comunicar se exercerá o direito de preferência de que trata o § 7o, nas mesmas condições oferecidas.

§ 10. A entidade de administração do desporto deverá publicar o recebimento das propostas de que tratam os §§ 7o e 8o, nos seus meios oficiais de divulgação, no prazo de 5 (cinco) dias contados da data do recebimento.

§ 11. Caso a entidade de prática desportiva formadora oferte as mesmas condições, e, ainda assim, o atleta se oponha à renovação do primeiro contrato especial de trabalho desportivo, ela poderá exigir da nova entidade de prática desportiva contratante o valor indenizatório correspondente a, no máximo, 200 (duzentas) vezes o valor do salário mensal constante da proposta

Torcida do Santos esgota ingressos para a partida contra o Avaí, no domingo


A torcida do Santos esgotou os ingressos para a partida contra o Avaí, domingo, às 16h (de Brasília), na Vila Belmiro, pela 12ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Cerca de 11.500 entradas foram comercializadas. Para a Vila estar completamente lotada, as 4.500 cadeiras cativas precisam estar preenchidas, o que nunca ocorre, além dos aproximadamente 500 lugares para visitantes.
O Alvinegro tenta resgatar cativas de inadimplentes para aumentar a média de público. 70 foram resgatadas para o duelo deste domingo e, no total, mais de 400 podem ser disponibilizadas para venda.


O preço dos ingressos varia entre R$ 40 e R$ 120 no valor total. As entradas esgotaram no primeiro dia de venda física

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