Dispensado após cinco temporadas no time rubro-negro, ele foi para o Bahia, no qual fez sucesso. Em 2010, venceu torneios na Europa como o Dossena (Itália), superando times como Milan e Atalanta. No ano seguinte, se destacou pela equipe tricolor no vice-campeonato da Copa São Paulo de futebol júnior, mas não jogou a final contra o Flamengo porque estava suspenso
Um dos segredos para o bom momento é o atacante Marinho, artilheiro da equipe na temporada.
“Marinho é um cara único. De um coração gigantesco e sempre botando todo mundo para cima com seu astral. Apesar das brincadeiras, no momento que precisa ser sério eu até me surpreendo porque ele tem uns discursos e uma liderança que não conhecia. As pessoas acham algo por causa dos memes, mas todo mundo evolui e amadurece. Ele é um dos pilares da equipe pelo momento técnico que vive. Tudo o que faz dá certo. A gente fala: ‘Chuta mesmo, Marinho. Do jeito que você está iluminado, a bola entra’. É um amigo que fiz para a vida”, disse.
Depois de um começo de temporada complicado, o Santos conseguiu chegar às semifinais da Libertadores e brigar entre os seis primeiros colocados do Brasileiro
“A gente não fica surpreso porque sabemos o nosso potencial. A gente precisa acreditar. Mas as pessoas comentavam pelos problemas que tivemos esse ano de não poder contratar, salários atrasados e elenco muito curto. Contra o Flamengo eu era o mais velho em campo. É um pouco difícil, mas estamos nos dedicando ao máximo. Está sendo um momento mágico e queremos ser campeões”, finalizou.



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