Minutos após o resultado da votação que impediu o seu impeachment, no último sábado (29), José Carlos Peres adiantou que o Santos passaria por uma reformulação no quadro de funcionários a partir dessa semana. E ela já começou a acontecer. Até a tarde desta quinta-feira (4), 17 demissões foram aprovadas pelo Conselho Gestor do clube da Vila Belmiro
A informação foi divulgada inicialmente pelo site A Tribuna e confirmada pelo UOL Esporte.
As votações pelas saídas dos funcionários foram ocorrendo desde terça-feira (2), um dia após uma reunião do presidente Peres com os departamentos de marketing/comunicação, financeiro e jurídico. Elas se deram através de um grupo no Whatsapp do qual, inclusive, o vice-presidente Orlando Rollo fez questão de se retirar.
Desafeto de Peres, o vice-presidente contestou a lista dos 17 funcionários, que inclui assistentes administrativos, um assessor executivo do vice-presidente, um gerente executivo administrativo, um motorista e um ortopedista, entre outros – boa parte ligada a Rollo.
"A lista não tem critérios. Sou favorável à reestruturação do clube, mas não dessa maneira, sem individualização", disse Rollo em entrevista ao UOL Esporte.
O atual vice-presidente do Santos confirmou a saída do grupo de Whatsapp e defendeu que todas ações sejam definidas através de reuniões presenciais, e não via celular.
"Eu saí porque tudo que é decidido lá não é cumprido de fato. Seria uma importante ferramenta tecnológica, mas infelizmente mal utilizada. Portanto, vou participar apenas das reuniões presenciais, como determina o estatuto", acrescentou o vice-presidente.
Orlando Rollo não pensa em renunciar ao cargo de vice. Após a votação do impeachment, José Carlos Peres deixou claro que não pretendia mais contar com o desafeto na administração do clube.
A informação foi divulgada inicialmente pelo site A Tribuna e confirmada pelo UOL Esporte.
As votações pelas saídas dos funcionários foram ocorrendo desde terça-feira (2), um dia após uma reunião do presidente Peres com os departamentos de marketing/comunicação, financeiro e jurídico. Elas se deram através de um grupo no Whatsapp do qual, inclusive, o vice-presidente Orlando Rollo fez questão de se retirar.
Desafeto de Peres, o vice-presidente contestou a lista dos 17 funcionários, que inclui assistentes administrativos, um assessor executivo do vice-presidente, um gerente executivo administrativo, um motorista e um ortopedista, entre outros – boa parte ligada a Rollo.
"A lista não tem critérios. Sou favorável à reestruturação do clube, mas não dessa maneira, sem individualização", disse Rollo em entrevista ao UOL Esporte.
O atual vice-presidente do Santos confirmou a saída do grupo de Whatsapp e defendeu que todas ações sejam definidas através de reuniões presenciais, e não via celular.
"Eu saí porque tudo que é decidido lá não é cumprido de fato. Seria uma importante ferramenta tecnológica, mas infelizmente mal utilizada. Portanto, vou participar apenas das reuniões presenciais, como determina o estatuto", acrescentou o vice-presidente.
Orlando Rollo não pensa em renunciar ao cargo de vice. Após a votação do impeachment, José Carlos Peres deixou claro que não pretendia mais contar com o desafeto na administração do clube.
