segunda-feira, 31 de julho de 2017


Titular do Santos, Alison rejeita apelido de Cachorro Louco: "Minha mãe não gosta"..



Sem Renato e Vecchio, contundidos, volante ganha uma chance no time de Levir Culpi. Jovem é reconhecido pela boa marcação, mas tem feito poucas faltas
Por Lucas Musetti, Santos, SP
31/07/2017 16h30  Atualizado há 7 minutos
Titular do Santos nas ausências de Renato e Vecchio, desfalques por lesões musculares contra o Grêmio, Alison não quer saber de ser chamado de Cachorro Louco. O apelido foi dado pelos companheiros de elenco por causa da sua disposição na hora de marcar os adversários.
– Pergunta para os caras aí que deram esse apelido (o motivo). Sei que esse apelido não é bem-vindo na minha casa. Minha mãe não gosta, não (risos) – disse Alison, em entrevista coletiva.
Como não era utilizado pelo ex-técnico Dorival Júnior, o volante acabou emprestado ao RB Brasil durante o Campeonato Paulista. No retorno ao Peixe, recuperou espaço no time, já sob comando de Levir Culpi. Ele soma oito partidas na temporada.

Alison não quer ser chamado de cachorro louco (Foto: Ivan Storti/Santos FC)
– Foi uma experiência nova, eu nunca tinha jogado em outro time. Eu sabia que isso seria importante para mim. Poder jogar, poder estar com ritmo de jogo... Foi uma experiência muito boa. Me receberam muito bem, não me arrependo de ter ido. Eu amadureci muito. Foi muito importante para mim – explicou, sobre a passagem no RB Brasil.
Alison chega forte nos rivais, costuma dar carrinhos, mas não tem feito jus ao apelido. Em oito partidas pelo Campeonato Brasileiro, ele cometeu apenas apenas seis faltas, número baixo para alguém de sua posição. E detalhe: ainda não recebeu cartões amarelos.

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