Revelado pelas categorias de base do Santos, Guedes vai para a quinta temporada como reserva imediato de Victor Ferraz. Só em 2018, porém, foi que ele chegou a ameaçar a titularidade do amigo. Um desgaste com a torcida e uma lesão no ombro contribuíram para que a ordem se invertesse. Daniel, em boa fase, ganhou a posição sob o comando de Jair Ventura, e aproveitou o momento enquanto pôde, até o concorrente recuperar o espaço e não ceder mais.
Foram 28 jogos de Daniel Guedes no ano passado, 24 deles como titular, sua melhor marca desde que estreou na equipe principal. Enquanto isso, Ferraz fez seu menor número de partidas desde que se tornou titular absoluto, em 2015. Entrou em campo 41 vezes, todas elas entre os 11 que iniciaram os duelos. Um sinal de crescimento do jovem lateral, que fez bons jogos no Paulistão e na Copa Libertadores.
Além dessa evolução dentro de campo e a possível saída do titular, há um fator que pode fazer a diferença. Isso porque o técnico Jorge Sampaoli é conhecido por adotar um estilo de jogo mais ofensivo, em que os laterais, na verdade, são alas em uma linha de cinco ou de quatro jogadores no meio-campo, cobertos por três zagueiros. Em comparação com Victor, Daniel tem característica mais de atacante do que de marcação. Na teoria, ganharia pontos com o novo comandante, mas ele não pensa nisso e quer, antes de tudo, contribuir para o time.
- Vantagem acho que não teria, mas eu quero que o meu ano seja de muita dedicação, de muita entrega, fazendo o possível para ajudar o Santos cada segundo dentro de campo, cada disputa de bola. Quero que seja um ano agradável para nós, que a gente não sofra tanto quanto sofremos no ano passado, que seja um ano de disputa de títulos, chegando em competições, chegando nas retas finais. Espero que seja um ano bom. Não só para mim, mas para todos nós, porque o torcedor merece também - afirmou Guedes.
Essas dúvidas devem ser solucionadas nesta semana que antecede o primeiro compromisso do Santos na temporada, que será no próximo domingo, diante do Corinthians, na Arena. Sampaoli tende a esboçar um time titular a partir desta segunda-feira. Já a estreia do Peixe no Paulistão será no dia 19, contra a Ferroviária, na Vila Belmiro
Foram 28 jogos de Daniel Guedes no ano passado, 24 deles como titular, sua melhor marca desde que estreou na equipe principal. Enquanto isso, Ferraz fez seu menor número de partidas desde que se tornou titular absoluto, em 2015. Entrou em campo 41 vezes, todas elas entre os 11 que iniciaram os duelos. Um sinal de crescimento do jovem lateral, que fez bons jogos no Paulistão e na Copa Libertadores.
Além dessa evolução dentro de campo e a possível saída do titular, há um fator que pode fazer a diferença. Isso porque o técnico Jorge Sampaoli é conhecido por adotar um estilo de jogo mais ofensivo, em que os laterais, na verdade, são alas em uma linha de cinco ou de quatro jogadores no meio-campo, cobertos por três zagueiros. Em comparação com Victor, Daniel tem característica mais de atacante do que de marcação. Na teoria, ganharia pontos com o novo comandante, mas ele não pensa nisso e quer, antes de tudo, contribuir para o time.
- Vantagem acho que não teria, mas eu quero que o meu ano seja de muita dedicação, de muita entrega, fazendo o possível para ajudar o Santos cada segundo dentro de campo, cada disputa de bola. Quero que seja um ano agradável para nós, que a gente não sofra tanto quanto sofremos no ano passado, que seja um ano de disputa de títulos, chegando em competições, chegando nas retas finais. Espero que seja um ano bom. Não só para mim, mas para todos nós, porque o torcedor merece também - afirmou Guedes.
Essas dúvidas devem ser solucionadas nesta semana que antecede o primeiro compromisso do Santos na temporada, que será no próximo domingo, diante do Corinthians, na Arena. Sampaoli tende a esboçar um time titular a partir desta segunda-feira. Já a estreia do Peixe no Paulistão será no dia 19, contra a Ferroviária, na Vila Belmiro

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