Giovanni visita o Santos e minimiza decisão em SP: "Não tem diferença"
Messias foi o principal responsável pela virada épica do Peixe contra o Fluminense em 1995. O ídolo da torcida foi convidado pela diretoria para conversar com o elenco
Giovanni Ricardo Oliveira Santos (Foto: Lucas Musetti)Giovanni posa para foto ao lado de Ricardo Oliveira no CT Rei Pelé (Foto: Divulgação)
O treinamento do Santos nesta terça-feira contou com uma visita especial: Giovanni, o Messias. Acostumado a decisões, o ídolo foi convidado pela diretoria para conversar com o elenco antes da partida contra a Ponte Preta, que acontece na próxima segunda-feira, no Pacaembu, na volta das quartas de final do Campeonato Paulista.
No sábado, em Campinas, a Macaca venceu por 1 a 0, diferença que o Peixe tem que fazer para levar a disputa da vaga na semifinal para os pênaltis.
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Giovanni foi o principal responsável por uma virada épica. Em 1995, após derrota por 4 a 1 no Rio de Janeiro, o Peixe venceu o Fluminense por 5 a 2, no Pacaembu, e se classificou para a final do Campeonato Brasileiro contra o Botafogo. Um dos conselhos do ex-jogador para os santistas é não lamentar a transferência do mando de campo da Vila Belmiro para o estádio da capital.
– Não tem diferença. Claro que a Vila Belmiro é a primeira casa do Santos, aqui os torcedores estão mais próximos, mas o Pacaembu, em decisões, sempre ajudou o Santos. O que o jogador quer é ver o estádio lotado. Isso é que importa – disse Giovanni.
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Giovanni viu os atletas alvinegros tranquilos e aposta em uma boa semana cheia de trabalho por uma reação na segunda.
– Os caras estão muito tranquilos. Vim aqui para rever os atletas, dar um apoio moral. Dorival é um cara que sabe encontrar todas essas emoções. Trabalhei com ele em 2010. É um técnico muito calmo, que vai trabalhar durante a semana para que na segunda-feira entre com tudo – completou.
Aposentado, Giovanni mora em Santos e acompanha de perto seu filho Giovanni, que treina no sub-11 do Peixe. O Messias não pensa em trabalhar com futebol