Uma cena chamou a atenção durante o empate por 1 a 1 entre Santos e Independiente, nesta quinta-feira (22), e que selou a classificação do Peixe para as quartas-de-final da Copa Sul-Americana. De forma ríspida, o técnico Fernando Diniz repreendeu Marinho, cobrando o jogador para que participasse mais da partida
"Acho que Marinho está devendo, talvez porque o sarrafo estivesse muito alto pelo que jogou na temporada passada e por tudo o que ele fez. Eu me decepcionei com ele. Não posso afirmar, mas fiquei desconfiado por ter feito de tudo par derrubar o antigo treinador [Ariel Holan]. Fez gestos em uma saída de jogo, totalmente agressivo. Recusou-se a dar a mão ao treinador. Não gostei desse comportamento. Passou para mim a impressão de que ele queria conseguir alguma coisa com tudo aquilo e conseguiu; o treinador caiu.", disse Menon.
O episódio citado pelo colunista ocorreu no jogo de volta contra o San Lorenzo, pela terceira fase preliminar da Libertadores, em abril deste ano. Marinho não gostou de ser substituído por Holan e não cumprimentou o treinador, deixando clara sua irritação por ser sacado da partida. O jogador se desculpou pela atitude. A partida terminou empatada por 2 a 2 e selou a classificação do Peixe para a fase de grupos da competição
Para Menon, embora Marinho não repita as boas atuações nesta temporada, mantém-se como uma das principais peças do elenco santista. "Vejo em alguns jogos que ele anda nervoso, não tem rendido bem, mas é imprescindível para o Santos ainda. Sempre tem um mini míssil aleatório guardadinho no calção. Está longe do que foi na temporada passada, mas também está longe de ser barrado no Santos. Com certeza é um titular indiscutível"
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