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Possível paralisação atrapalha Santos em negociações por patrocínio master


 Sem patrocínio master desde o contrato encerrado com a Caixa, em 2018, o Santos segue à procura de uma empresa para suprir essa lacuna. Mas as negociações ficaram ainda mais complicadas nos últimos dias, depois e o governo de São Paulo ter decretado a proibição de eventos esportivos pelo menos até o dia 30 de março. Essa é uma fase emergencial na tentativa de aplacar os efeitos da pandemia


A diretoria, junto com o departamento de marketing e comunicação, têm algumas frentes em andamento, mas mantém sigilo sobre as marcas interessadas. As conversas fluíam até que surgiu a ameaça de paralisação do Paulistão —a Federação Paulista de Futebol ainda busca sedes alternativas para não adiar as próximas três rodadas do campeonato. O presidente Andres Rueda explicou em entrevistas recentes que pretende fechar o patrocínio com uma empresa de grande porte, mas também entende que, numa conjuntura de crise econômica no país, é provável que o clube não receba os valores desejados inicialmente


Efeito Peres

 José Carlos Peres era o presidente do Santos quando o contrato de patrocínio master com a Caixa se encerrou em dezembro de 2018, pagando R$ 10 milhões anuais. No ano seguinte, o cartola optou por não rebaixar a quantia em novas negociações. A maior proposta que o clube recebeu foi de R$ 8 milhões, que acabou rejeitada. Peres foi removido da presidência do clube em 22 de novembro do ano passado por meio de um impeachment, motivado por uma ação contra uma gestão considerada temerária pelo Conselho Deliberativo

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