Presidente Sánchez. Contratado no fim de julho pelo Santos, o meio-campista uruguaio precisou de pouco tempo para cair nas graças da torcida e ganhar o apelido do próprio clube – que até sugeriu o jogador para governar o Brasil em brincadeira feita no Twitter após o triunfo sobre o Vitória, na última sexta-feira (5), no Barradão, por 1 a 0, justamente com gol do camisa 7.
Foi, aliás, o segundo tento de Sánchez com a camisa santista. O primeiro havia sido marcado na rodada anterior, de pênalti, em outra vitória por 1 a 0, sobre o Atlético-PR, na Vila Belmiro. Porém, a euforia em cima do uruguaio não está atrelada aos gols marcados nos últimos jogos, e sim ao desempenho e à regularidade do jogador desde que chegou à Vila Belmiro.
Carlos Sánchez iniciou a passagem pelo Santos com o risco até de ficar marcado pelo episódio que tirou o time da Copa Libertadores, após ele ter sido escalado de forma irregular em jogo contra o Independiente. Mas o uruguaio não se abalou. Seguiu como titular de Cuca e, dentro de campo, já conseguiu justificar o porquê de sua contratação pela diretoria santista.
Foram raros os jogos em que Sánchez não saiu de campo como um dos destaques do time. Até aqui, o meio-campista que disputou a última Copa do Mundo pelo Uruguai atuou em 12 partidas com a camisa do Santos, e em quase todas foi o jogador mais criativo e lúcido da equipe. Agora, são dois gols e três assistências em dez jogos pelo Campeonato Brasileiro.
Foi, aliás, o segundo tento de Sánchez com a camisa santista. O primeiro havia sido marcado na rodada anterior, de pênalti, em outra vitória por 1 a 0, sobre o Atlético-PR, na Vila Belmiro. Porém, a euforia em cima do uruguaio não está atrelada aos gols marcados nos últimos jogos, e sim ao desempenho e à regularidade do jogador desde que chegou à Vila Belmiro.
Carlos Sánchez iniciou a passagem pelo Santos com o risco até de ficar marcado pelo episódio que tirou o time da Copa Libertadores, após ele ter sido escalado de forma irregular em jogo contra o Independiente. Mas o uruguaio não se abalou. Seguiu como titular de Cuca e, dentro de campo, já conseguiu justificar o porquê de sua contratação pela diretoria santista.
Foram raros os jogos em que Sánchez não saiu de campo como um dos destaques do time. Até aqui, o meio-campista que disputou a última Copa do Mundo pelo Uruguai atuou em 12 partidas com a camisa do Santos, e em quase todas foi o jogador mais criativo e lúcido da equipe. Agora, são dois gols e três assistências em dez jogos pelo Campeonato Brasileiro.
