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Meia do Atlético de Madrid e sondado pelo Santos, Caio Henrique é afastado no Paraná



Jogador contratado por R$ 1,3 milhão pelo clube madrilenho nem mesmo é relacionado para os jogos. Além dele, Cleber Reis, Santos, e Carlos, Atlético-MG, também não jogam mais
O meia Caio Henrique é mais uma das vítimas da péssima fase do Paraná Clube no Brasileirão. Contratado no início da temporada na Série A, badalado por ser uma aposta do Atlético de Madrid e despertando interesse do Santos, o jogador optou pelo Paraná Clube, mas termina a temporada sem chances de jogar pelo lanterna do campeonato.

Através de assessoria de imprensa, o Paraná informa que é uma opção técnica não contar mais com jogador para as partidas. Desde a contratação de Dado Cavalcanti como técnico, o Paraná passou a montar um planejamento para 2019, e Caio Henrique não está na programação. A assessoria de imprensa afirmou que o jogador segue treinando com o grupo principal.

O jogador de 21 anos é cria do Santos e foi negociado com o time madrilenho em 2016, por R$ 1,3 milhão. O clube santista tentou o seu retorno em abril, mas as negociações não prosperaram. Caio chegou ao Paraná com a expectativa de dar qualidade ao meio de campo e reabrir seu espaço no mercado brasileiro.
Creio que a minha ida para a Europa foi muito positiva. Saí muito novo do Brasil, mas lá eu pude amadurecer tanto do lado pessoal quanto do profissional. Não tive tantas oportunidades. Agora que vou começar a aparecer para o cenário brasileiro. É uma oportunidade muito grande estar vestindo a camisa do Paraná. Se Deus quiser, a gente vai conseguir manter o Paraná na Série A e fazer um bom trabalho, disse em sua apresentação.

A expectativa do jogador e do próprio clube nunca se concretizou. Caio Henrique fez 27 partidas - das atuais 30 do Brasileirão -, ganhou status de "intocável" no início, mas não se firmou. Flutuando entre ser um segundo volante, com liberdade para atacar e armar jogadas, ou meia de criação, ele não caiu nas graças da torcida e passou a ser criticado duramente jogo a jogo
Caio Henrique chegou ao Paraná em abril e como um pedido pessoal do técnico Rogério Micale, que o treinou durante o campeonato sul-americano da seleção brasileira de base. Com a saída de Micale, ele continuou a ser uma escolha de Claudinei Oliveira. O treinador ampliou suas variações em campo o escalando como parte do setor ofensivo e jogando pelas laterais. Também não teve sucesso.

Debandada no Paraná

Além de Caio Henrique, quem também não deve jogar pelo Paraná Clube é o atacante Carlos e o zagueiro Cleber Reis. Ambos também foram contratados por empréstimo para o Brasileirão e tiveram trajetórias bastante complicadas.

O zagueiro Cleber Reis veio de empréstimo do Santos já a contragosto, pois tentou se firmar na equipe paulista para a temporada. Ele chegou também como titular de Micale, participou de 12 jogos, mas, durante o período, chegou a ser afastado por indisciplina. Depois foi reintegrado, mas não recuperou o status anterior. Ele volta para o Santos.

Outro jovem promissor que também não conseguiu mudar o panorama paranista foi o atacante Carlos, 22 anos. Jogador do Atlético-MG, ele foi emprestado também com a expectativa de que pudesse ganhar mais experiência e desenvolver suas qualidades técnicas, mas sofreu com lesões em meio aos 19 jogos que participou. Fez um gol pelo Tricolor no empate em 1 a 1 com a Chapecoense.

Para completar, o Paraná liberou os atacantes Deivid e Ortigoza, que pediram para encerrar seus contratos antes da data prevista. OS jogadores foram os últimos a serem contratados.

O Paraná volta a campo neste sábado, às 21 horas, contra o Cruzeiro, no Mineirão. A partida é válida pela 31ª rodada do Brasileirão.

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