Robson Bambu tem 20 anos e fez toda a categoria de base no Santos
48 minutos. Esse foi o tempo de Copete em campo juntando os cinco jogos em que atuou com o técnico Cuca. Após a chegada de Derlis González e a titularidade absoluta de Rodrygo e Gabigol, o colombiano teve cada vez menos oportunidades no ataque. E o técnico Cuca sente que está em dívida com o estrangeiro
Questionado sobre Bruno Henrique, que vive má fase, mas ganha chances, o treinador explicou a utilização estratégica e emendou sobre o atacante gringo. Entre elogios, explicou que ainda dará chance a ele.
- Sempre que você monta um time, você não monta feito das mesmas características. Precisamos de um equilíbrio. O Bruno é importante na disputa aérea, ele ganha esta bola. O Gabriel não é assim, Sánchez, Rodrygo... Para nós, ele tem esta importância. Não é impreterível - explicou
Nunca escuto falar do Copete, porque estou em dívida com ele. Ele tem menos oportunidade que Bryan, Derlis e Sánchez. E o Copete é um grande jogador, porque muitos pedem a contratação dele. Ele vai ter sua oportunidade daqui a pouco - emendou o comandante.
Conhecido por rodar o elenco, Cuca entende que ainda não aproveitou Copete como deveria, justamente pela disputa de posição no ataque. Vale lembrar que o colombiano tem contrato com o Peixe até junho de 2021.
Robson Bambu é personagem principal de um verdadeiro imbróglio envolvendo Santos, Atlético-PR e seu empresário. Criado nas categorias de base do Peixe, o zagueiro de 20 anos não atua desde 30 de setembro, quando, na Vila Belmiro, o Alvinegro Praiano superou justamente o Furacão.
Bambu já está recuperado de uma lesão na coxa direita, mas há quem duvide de seu aproveitamento no time até que toda a situação de bastidor seja definida. Segundo o técnico Cuca, a ausência do defensor não está atrelada ao extra-campo
“Ele está na transição, está vindo ao campo aos poucos. A gente tem de ter calma, temos dois zagueiros com cartões amarelos. Ele ainda pode nos servir e temos grande confiança nele”, garantiu.
Por outro lado, o técnico, que vive em debate com o presidente do clube, José Carlos Peres, evita cravar sua permanência no Santos na próxima temporada, mesmo que seu contrato em vigor tenha vencimento só em dezembro do ano que vem.
“Tenho contrato até 2019. Vamos pensar neste ano aqui que é mais importante. Nem sabemos se vamos estar vivos”, afirmou, disposto a mudar de assunto.
48 minutos. Esse foi o tempo de Copete em campo juntando os cinco jogos em que atuou com o técnico Cuca. Após a chegada de Derlis González e a titularidade absoluta de Rodrygo e Gabigol, o colombiano teve cada vez menos oportunidades no ataque. E o técnico Cuca sente que está em dívida com o estrangeiro
Questionado sobre Bruno Henrique, que vive má fase, mas ganha chances, o treinador explicou a utilização estratégica e emendou sobre o atacante gringo. Entre elogios, explicou que ainda dará chance a ele.
- Sempre que você monta um time, você não monta feito das mesmas características. Precisamos de um equilíbrio. O Bruno é importante na disputa aérea, ele ganha esta bola. O Gabriel não é assim, Sánchez, Rodrygo... Para nós, ele tem esta importância. Não é impreterível - explicou
Nunca escuto falar do Copete, porque estou em dívida com ele. Ele tem menos oportunidade que Bryan, Derlis e Sánchez. E o Copete é um grande jogador, porque muitos pedem a contratação dele. Ele vai ter sua oportunidade daqui a pouco - emendou o comandante.
Conhecido por rodar o elenco, Cuca entende que ainda não aproveitou Copete como deveria, justamente pela disputa de posição no ataque. Vale lembrar que o colombiano tem contrato com o Peixe até junho de 2021.
Robson Bambu é personagem principal de um verdadeiro imbróglio envolvendo Santos, Atlético-PR e seu empresário. Criado nas categorias de base do Peixe, o zagueiro de 20 anos não atua desde 30 de setembro, quando, na Vila Belmiro, o Alvinegro Praiano superou justamente o Furacão.
Bambu já está recuperado de uma lesão na coxa direita, mas há quem duvide de seu aproveitamento no time até que toda a situação de bastidor seja definida. Segundo o técnico Cuca, a ausência do defensor não está atrelada ao extra-campo
“Ele está na transição, está vindo ao campo aos poucos. A gente tem de ter calma, temos dois zagueiros com cartões amarelos. Ele ainda pode nos servir e temos grande confiança nele”, garantiu.
Por outro lado, o técnico, que vive em debate com o presidente do clube, José Carlos Peres, evita cravar sua permanência no Santos na próxima temporada, mesmo que seu contrato em vigor tenha vencimento só em dezembro do ano que vem.
“Tenho contrato até 2019. Vamos pensar neste ano aqui que é mais importante. Nem sabemos se vamos estar vivos”, afirmou, disposto a mudar de assunto.

Minha gente Santista, esse bambu aonai nem saiu das fraldas desculpe expressão, garoto ainda precisa ser mais rodadoe não se achar o perfeito no momento, no momento certo ele ficará bom vai deoedepe de seu futebol e suas atitudes dentro ou fora de campo, o sabtSa deve fazer um negócio com ele pra longo prazo ou seja, salário de acordo com seu desempenho , o passado do santos diante das diretorias anteriores, faziam contratos de riscos com jogadores, depois o cara não vingou aí perdeu investimento, o presidente Peres é pe no chão não vai fazer contrato de qualquer forma qualquer.
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