O presidente Peres acredita que não haverá protestos, como em 2017. E o jogador poderá retornar à Vila Belmiro. Como o veterano Diego
Bastou o presidente José Carlos Peres reverter dois processos de impeachment, por conta dos sócios, que levaram em consideração a recuperação do time com Cuca.
Certo de que ficará no cargo até 2020, o dirigente já busca reforços para 2019.
Já garantiu a Cuca que ele terá um elenco muito mais forte na próxima temporada. Principalmente se o time conseguir chegar até a Libertadores da América.
E nos seus planos está a ideia de reeditar a dupla que fez muito sucesso em 2002.
Sim, Diego e Robinho.
O mesmo dirigente que garantiu que não contrataria o atacante Robinho pela condenação de nove anos por estupro na Itália, mudou seu discurso. Está bem diferente do final do ano passado, quando havia sérias cobranças de grupos feministas no Atlético Mineiro, para que o jogador não seguisse em Belo Horizonte. Por conta da condenação.
O complicado caso aconteceu na madrugada do dia 23 de fevereiro de 2013. De acordo com a acusação, Robinho, seu amigo pessoal Ricardo Falco e mais quatro homens teriam abusado de uma jovem albanesa. A teriam embriagado e tido relações sexuais com ela no balcão de guarda-volumes da boate Sio Café, em Milão.
De acordo com a agência ANSA, a jovem teria ido à danceteria com duas amigas. Robinho com Ricardo Falco e mais quatro amigos. Por conhecer o jogador, a garota albanesa decidiu ficar na boate, enquanto as duas amigas acabaram indo embora. Foi quando o suposto estupro coletivo teria acontecido.
Apesar de condenado a nove anos de prisão, os advogados de Robinho entraram com recurso. Como no Brasil, a justiça italiana é muito lenta. A previsão é que a situação leve anos. Não é permitido que a pena seja executada até que o réu não tenha direito até o último recurso.
O jogador nega o estupro.
Mas a condenação na Itália deixou a situação muito ruim no Brasil. Inúmeras faixas e protestos nas redes sociais obrigaram a diretoria do Atlético Mineiro a não renovar com o atacante.
Peres, que sempre teve essa fixação por resgatar antigos ídolos, se viu isolado. Conselheiros exigiam que o Santos não tivesse um jogador com acusação de estupro no seu elenco. E o presidente desistiu. Foi quando Robinho foi atuar no Sivasspor, clube fraco da Turquia. Atual 12° no campeonato nacional.
Agora, o dirigente santista demonstra acreditar que a situação em relação a Robinho está mais calma. E que as pessoas esqueceram a gravíssima acusação. E que também está mais forte para enfrentar conselheiros, depois de ter sido salvo pelos sócios.
Só que Peres está menosprezando a inteligência alheia.
Caso ele confirme a terceira volta de Robinho, o elenco será pressionado.
Ainda há muitos membros da diretoria e do conselho que não aceitam o retorno.
Por conta da condenação.
E também pela postura do jogador.
Quando decidiu voltar para o Brasil da China, Robinho preferiu receber mais dinheiro no Atlético Mineiro. Não quis saber do clube que o lançou ao futebol, já que a proposta era menor.
Bastou o presidente José Carlos Peres reverter dois processos de impeachment, por conta dos sócios, que levaram em consideração a recuperação do time com Cuca.
Certo de que ficará no cargo até 2020, o dirigente já busca reforços para 2019.
Já garantiu a Cuca que ele terá um elenco muito mais forte na próxima temporada. Principalmente se o time conseguir chegar até a Libertadores da América.
E nos seus planos está a ideia de reeditar a dupla que fez muito sucesso em 2002.
Sim, Diego e Robinho.
O mesmo dirigente que garantiu que não contrataria o atacante Robinho pela condenação de nove anos por estupro na Itália, mudou seu discurso. Está bem diferente do final do ano passado, quando havia sérias cobranças de grupos feministas no Atlético Mineiro, para que o jogador não seguisse em Belo Horizonte. Por conta da condenação.
O complicado caso aconteceu na madrugada do dia 23 de fevereiro de 2013. De acordo com a acusação, Robinho, seu amigo pessoal Ricardo Falco e mais quatro homens teriam abusado de uma jovem albanesa. A teriam embriagado e tido relações sexuais com ela no balcão de guarda-volumes da boate Sio Café, em Milão.
De acordo com a agência ANSA, a jovem teria ido à danceteria com duas amigas. Robinho com Ricardo Falco e mais quatro amigos. Por conhecer o jogador, a garota albanesa decidiu ficar na boate, enquanto as duas amigas acabaram indo embora. Foi quando o suposto estupro coletivo teria acontecido.
Apesar de condenado a nove anos de prisão, os advogados de Robinho entraram com recurso. Como no Brasil, a justiça italiana é muito lenta. A previsão é que a situação leve anos. Não é permitido que a pena seja executada até que o réu não tenha direito até o último recurso.
O jogador nega o estupro.
Mas a condenação na Itália deixou a situação muito ruim no Brasil. Inúmeras faixas e protestos nas redes sociais obrigaram a diretoria do Atlético Mineiro a não renovar com o atacante.
Peres, que sempre teve essa fixação por resgatar antigos ídolos, se viu isolado. Conselheiros exigiam que o Santos não tivesse um jogador com acusação de estupro no seu elenco. E o presidente desistiu. Foi quando Robinho foi atuar no Sivasspor, clube fraco da Turquia. Atual 12° no campeonato nacional.
Agora, o dirigente santista demonstra acreditar que a situação em relação a Robinho está mais calma. E que as pessoas esqueceram a gravíssima acusação. E que também está mais forte para enfrentar conselheiros, depois de ter sido salvo pelos sócios.
Só que Peres está menosprezando a inteligência alheia.
Caso ele confirme a terceira volta de Robinho, o elenco será pressionado.
Ainda há muitos membros da diretoria e do conselho que não aceitam o retorno.
Por conta da condenação.
E também pela postura do jogador.
Quando decidiu voltar para o Brasil da China, Robinho preferiu receber mais dinheiro no Atlético Mineiro. Não quis saber do clube que o lançou ao futebol, já que a proposta era menor.
