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Peres fala sobre compra de votos para impeachment: "Não cedi a grupelho político"

Presidente do Santos comentou atitude do empresário revelada em matéria do Globoesporte.com


Depois de tomar conhecimento da denúncia de compra de votos para a sua cassação na votação de impeachment do Santos, o presidente José Carlos Peres se pronunciou sobre o ocorrido por meio do site oficial do Peixe.

Na nota, divulgada na tarde desta quarta-feira (26), ele diz que "estão tratando o clube sem nenhum respeito pelo torcedor".

Peres também cita que as coisas aconteceram desse modo porque ele não cedeu aos interesses pessoais e financeiros do "grupelho político e de seus agentes" e que existe uma guerra dentro clube. De um lado, segundo o presidente do Peixe, está quem quer ajudar o torcedor a ter maior relação com o clube. Do outro, empresários que não têm mais poder sobre o clube.

Confira a íntegra da nota:

É revoltante como eles tratam o clube sem nenhum respeito pelo torcedor. Mas não é surpresa este tipo de procedimento. Estamos faz tempo denunciando e alertando o conjunto de forças que estão mobilizadas pelo impeachment desde o início utilizando todo tipo de fraude, intimidação e compra de votos para tomarem o poder.

Isso deixa cada vez mais claro que o processo tem três embasamentos:

– Por eu não ter cedido aos interesses pessoais e financeiros do grupelho político e de seus agentes que há anos atuam no Santos;

– Por eu ter começado um processo de reestruturação e dispensa de funcionários que há anos trabalhavam no Clube na base do aparelhamento e cabide de empregos, sem atender critérios de competência;

– Por eu ter quebrado o sistema e paradigma estrutural – profissionalização – o que incomodou muitos padrinhos e pessoas que tomavam o Santos para si, como algo seu, e não de seus apaixonados torcedores.

Por fim, torcedor santista, isso é só mais uma prova do que digo há tempos. Apesar de ser um processo político, o impeachment é movido, financiado e abastecido por interesses econômicos, que lesaram o clube em milhões nos últimos anos e que enfim foram encerrados nesta gestão.

Essa é guerra que enfrentamos. De um lado a luta para entregar o Santos FC para seu torcedor, com ingressos baratos, dívidas pagas, patrocínios e profissionalização. De outro empresários sem a generosa teta que alimentou um seleto grupo de agentes.

Por isso, peço novamente que o sócio se mobilize. O sócio que ama o clube, que paga suas mensalidades com seus próprios rendimentos, o sócio que não tem interesse financeiro, nem de emprego ou político. A única força viva do clube é o seu associado que quer o bem do clube e não bens do Santos.

Votem no sábado, venham até a Vila Belmiro dizer para quem você quer entregar o Santos FC.

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