Quem sou eu para criticar tática do Jair? Pelo amor de Deus”, disse o jogador
Vitor Bueno tratou de se explicar sobre tudo o que aconteceu no sábado
O meia Vitor Bueno tratou de pôr panos quentes na polêmica criada depois do jogo contra o Botafogo, em Ribeirão Preto. “Fui um pouquinho mal interpretado por vocês”, disse o jogador, em entrevista coletiva no CT Rei Pelé, nesta terça-feira (20).
Depois do empate por 0 a 0, pelo jogo de ida das quartas de final do Paulistão, Vitor Bueno disse, ainda no gramado, que o Peixe havia sido “apático e moroso” e fugido das suas características ofensivas. “Não é a cara do Santos. Mas é a tática que pediram para fazer. Executamos bem”, disse ele, no domingo.
Nesta terça-feira, ele mudou de ideia. “Eu acho que eu me expressei um pouco mal, mas a questão da morosidade foi circunstância ou outro do jogo, mas propusemos o jogo, tivemos 60 e pouco por cento de posse, chances reais. Não é a cara do Santos empatar, perder em decisões assim. Foi 0 a 0, mas poderíamos ter ganho. Foi isso que eu quis dizer e acabei sendo um pouco mal interpretado”, explicou nesta terça-feira, já com a cabeça fria. “Quem sou eu para criticar tática do Jair? Pelo amor de Deus”, completou o jogador.
Desempenho
No começo do ano, o jogador pediu uma oportunidade na meia, para ocupar o lugar deixado por Lucas Lima e que ainda não foi preenchido. Vecchio e Jean Mota têm se revezado na armação, mas nenhum deles encantou. Vitor Bueno pediu cinco jogos como titular para convencer o treinador e a torcida.
São poucos minutos dentro de campo. Tirando o São Bento, com equipe reserva, entrei no segundo tempo. É difícil avaliar assim. Tem que levar em consideração o momento de ser titular e sequência, quatro ou cinco jogos, com ritmo ideal. É positivo, fiquei muito tempo parado. Tenho entrado nos jogos bem, na minha opinião. Ajudei na construção da jogada do gol contra o Corinthians. Mesmo com poucos minutos, acredito que tenho ido bem. E espero já já ser titular.
Ele admitiu, entretanto, que ainda recupera ritmo de jogo. O jogador teve uma séria lesão no joelho em julho de 2017 e só voltou aos gramados este ano. “Fiquei muito tempo parado. A cautela é muito importante. Existe possibilidade de machucar mais quando se volta rápido o joelho. Não é uma lesão fácil, mas estou zerado e lutando pelo espaço. Respeito os companheiros que estavam 100% fisicamente no começo do ano. Busco entrar para não sair”.
O lado de lá
Vitor Bueno foi jogador do Botafogo até 2014, ano que jogou uma das fases do mata-mata contra o Palmeiras e acabou eliminado. Ele sabe muito bem o que estão pensando os jogadores que hoje estão do lado de lá.
“Foi o jogo da nossa vida e é o deles também. É onde podem ser contratados por um time grande e fazer história. Um time do interior, entre aspas pequeno, vão jogar a vida para ganhar de nós, ainda mais na Vila, com toda a história e a vontade de nos eliminar em casa”, definiu.
Se quiser derrubar o Santos, o Botafogo precisa vencer no tempo normal ou empatar por qualquer placar e levar a melhor na decisão por pênaltis. A partida está marcada para as 19h30, nesta quarta-feira (21), na Vila Belmiro.
Fonte :A tribuna
O meia Vitor Bueno tratou de pôr panos quentes na polêmica criada depois do jogo contra o Botafogo, em Ribeirão Preto. “Fui um pouquinho mal interpretado por vocês”, disse o jogador, em entrevista coletiva no CT Rei Pelé, nesta terça-feira (20).
Depois do empate por 0 a 0, pelo jogo de ida das quartas de final do Paulistão, Vitor Bueno disse, ainda no gramado, que o Peixe havia sido “apático e moroso” e fugido das suas características ofensivas. “Não é a cara do Santos. Mas é a tática que pediram para fazer. Executamos bem”, disse ele, no domingo.
Nesta terça-feira, ele mudou de ideia. “Eu acho que eu me expressei um pouco mal, mas a questão da morosidade foi circunstância ou outro do jogo, mas propusemos o jogo, tivemos 60 e pouco por cento de posse, chances reais. Não é a cara do Santos empatar, perder em decisões assim. Foi 0 a 0, mas poderíamos ter ganho. Foi isso que eu quis dizer e acabei sendo um pouco mal interpretado”, explicou nesta terça-feira, já com a cabeça fria. “Quem sou eu para criticar tática do Jair? Pelo amor de Deus”, completou o jogador.
Desempenho
No começo do ano, o jogador pediu uma oportunidade na meia, para ocupar o lugar deixado por Lucas Lima e que ainda não foi preenchido. Vecchio e Jean Mota têm se revezado na armação, mas nenhum deles encantou. Vitor Bueno pediu cinco jogos como titular para convencer o treinador e a torcida.
São poucos minutos dentro de campo. Tirando o São Bento, com equipe reserva, entrei no segundo tempo. É difícil avaliar assim. Tem que levar em consideração o momento de ser titular e sequência, quatro ou cinco jogos, com ritmo ideal. É positivo, fiquei muito tempo parado. Tenho entrado nos jogos bem, na minha opinião. Ajudei na construção da jogada do gol contra o Corinthians. Mesmo com poucos minutos, acredito que tenho ido bem. E espero já já ser titular.
Ele admitiu, entretanto, que ainda recupera ritmo de jogo. O jogador teve uma séria lesão no joelho em julho de 2017 e só voltou aos gramados este ano. “Fiquei muito tempo parado. A cautela é muito importante. Existe possibilidade de machucar mais quando se volta rápido o joelho. Não é uma lesão fácil, mas estou zerado e lutando pelo espaço. Respeito os companheiros que estavam 100% fisicamente no começo do ano. Busco entrar para não sair”.
O lado de lá
Vitor Bueno foi jogador do Botafogo até 2014, ano que jogou uma das fases do mata-mata contra o Palmeiras e acabou eliminado. Ele sabe muito bem o que estão pensando os jogadores que hoje estão do lado de lá.
“Foi o jogo da nossa vida e é o deles também. É onde podem ser contratados por um time grande e fazer história. Um time do interior, entre aspas pequeno, vão jogar a vida para ganhar de nós, ainda mais na Vila, com toda a história e a vontade de nos eliminar em casa”, definiu.
Se quiser derrubar o Santos, o Botafogo precisa vencer no tempo normal ou empatar por qualquer placar e levar a melhor na decisão por pênaltis. A partida está marcada para as 19h30, nesta quarta-feira (21), na Vila Belmiro.
Fonte :A tribuna
