Modesto se defende após parecer recomendar rejeição de contas no Santos
O ex-presidente do Santos Modesto Roma Júnior entregou ao presidente do Conselho Deliberativo do clube, Marcelo Teixeira, sua defesa após o Conselho Fiscal recomendar a reprovação das contas de 2017, o último ano de Modesto à frente da diretoria. Os conselheiros votarão o balanço nesta segunda-feira à noite.
Na carta, o antigo dirigente rebate os itens do parecer, entre eles o de que teria superado o limite previsto no estatuto para endividamento, adiantado receitas e a retido de valores que deveriam ser utilizados no pagamento de impostos.
Sobre o endividamento, Modesto afirma que ele se deu, principalmente, no pagamento de uma primeira parcela do acordo com o fundo de investimento Doyen – R$ 48,7 milhões –, e que, assim, trocou uma dívida mais cara (a empresa cobrava em euros) por outra mais barata, em reais.
Essa estratégia, segundo a defesa, permitiu ao Santos gastar 68% menos do que o orçado em despesas financeiras – juros, principalmente.
O acordo com a Doyen também é citado para negar que o clube tenha pago os honorários dos advogados do fundo. Segundo Modesto, esses valores estavam englobados no total do acerto que encerrou a disputa jurídica entre as duas partes e, portanto, foi pago pela Doyen.
Na carta, ele também se defende sobre o adiantamento de receitas de R$ 10 milhões com a Federação Paulista de Futebol, como consta no parecer. O ex-presidente afirma que realizou empréstimos com a entidade, sendo as receitas as garantias desse negócio que, segundo Modesto, tem taxas de juros menores do que as do mercado.
O ex-presidente também negou irregularidades no pagamento de impostos. O Conselho Fiscal apontou R$ 12,9 milhões de tributos em atraso, além de juros de R$ 1,6 milhão. A defesa de Modesto afirma que em 31 de dezembro de 2017, o clube possuía certidão negativa, e que os atrasados foram pagos em janeiro – já pela nova gestão – após “eliminadas restrições estatutárias sobre a gestão de receitas”.
Por fim, Modesto ainda cita trecho do estatuto que, no caso de aprovação das contas, ele ainda terá um prazo para fazer as correções necessárias até 5 de abril.
Fonte : uol esporte
O ex-presidente do Santos Modesto Roma Júnior entregou ao presidente do Conselho Deliberativo do clube, Marcelo Teixeira, sua defesa após o Conselho Fiscal recomendar a reprovação das contas de 2017, o último ano de Modesto à frente da diretoria. Os conselheiros votarão o balanço nesta segunda-feira à noite.
Na carta, o antigo dirigente rebate os itens do parecer, entre eles o de que teria superado o limite previsto no estatuto para endividamento, adiantado receitas e a retido de valores que deveriam ser utilizados no pagamento de impostos.
Sobre o endividamento, Modesto afirma que ele se deu, principalmente, no pagamento de uma primeira parcela do acordo com o fundo de investimento Doyen – R$ 48,7 milhões –, e que, assim, trocou uma dívida mais cara (a empresa cobrava em euros) por outra mais barata, em reais.
Essa estratégia, segundo a defesa, permitiu ao Santos gastar 68% menos do que o orçado em despesas financeiras – juros, principalmente.
O acordo com a Doyen também é citado para negar que o clube tenha pago os honorários dos advogados do fundo. Segundo Modesto, esses valores estavam englobados no total do acerto que encerrou a disputa jurídica entre as duas partes e, portanto, foi pago pela Doyen.
Na carta, ele também se defende sobre o adiantamento de receitas de R$ 10 milhões com a Federação Paulista de Futebol, como consta no parecer. O ex-presidente afirma que realizou empréstimos com a entidade, sendo as receitas as garantias desse negócio que, segundo Modesto, tem taxas de juros menores do que as do mercado.
O ex-presidente também negou irregularidades no pagamento de impostos. O Conselho Fiscal apontou R$ 12,9 milhões de tributos em atraso, além de juros de R$ 1,6 milhão. A defesa de Modesto afirma que em 31 de dezembro de 2017, o clube possuía certidão negativa, e que os atrasados foram pagos em janeiro – já pela nova gestão – após “eliminadas restrições estatutárias sobre a gestão de receitas”.
Por fim, Modesto ainda cita trecho do estatuto que, no caso de aprovação das contas, ele ainda terá um prazo para fazer as correções necessárias até 5 de abril.
Fonte : uol esporte
