Após eliminação, é hora de balanço no Santos
quem correspondeu e quem ficou devendo no Campeonato Paulista
Após três meses e a eliminação no Campeonato Paulista, Jair Ventura já pode tirar conclusões sobre o elenco do Santos. Reforços deram certo, e meninos da base surpreenderam. Por outro lado, houve atletas que ficaram devendo. A Tribuna fez um balanço dos três primeiros meses do ano.
Contratação mais cara (R$ 6,6 milhões), Gabriel chegou com tudo. Fez 4 gols em quatro jogos, mas, depois de ficar suspenso contra o Corinthians, parou de marcar e acumulou más atuações. Tomou três amarelos no Paulistão e um vermelho na Libertadores. É, ainda, o jogador que mais se colocou em impedimento no Estadual: 13 vezes em oito partidas.
Copete era titular e despertou o interesse de outros clubes. As más atuações o levaram para o banco e, agora, sequer tem sido relacionado. Jair Ventura, entretanto, não desistiu do atacante. “Trabalho do treinador é resgatar, como resgatamos o (Leandro) Donizete. Podemos resgatar o Copete também”, afirmou.
Renato é capitão do time e ídolo da torcida. Só que, aos 38 anos, não consegue mais defender e apoiar o ataque com a eficiência de outros tempos. Perdeu a vaga de titular, embora tenha jogado nas semifinais.
Daniel Guedes e Léo Cittadini vivem situação parecida. Formados na base, começaram o ano como reservas e ganharam vaga no time. No primeiro caso, muito pela lesão de Victor Ferraz. Os dois não comprometem, mas também nunca tiveram atuações deslumbrantes.
Vecchio chegou a ser o jogador com mais tempo de jogo no elenco: 12 partidas como titular, a maioria como meia. De uma hora para a outra, perdeu espaço e está no banco. O técnico, no entanto, saiu em defesa do argentino. “Nada impede que ele possa voltar. É uma opção minha. Não tem nada. É um cara especial”, disse Jair, após a eliminação na semifinal para o Palmeiras.
Diogo Vitor foi apontado como joia da base. Depois do gol contra o Corinthians ganhou mais chances. Foi titular em duas partidas, mas decepcionou e ainda perdeu um pênalti decisivo.
Rodrygo foi garimpado por Jair Ventura. Começou entrando durante os jogos e virou titular. Marcou 4 gols, um deles uma pintura pela Libertadores.
A má fase de Alison passou. Hoje, o volante é respeito pela torcida, titular indiscutível e temido pelos atacantes. É o maior ladrão de bolas do Estadual: 47 desarmes.
Sasha e Dodô estavam encostados em seus times e chegaram com o campeonato em andamento. Aos poucos, ganharam espaço e conquistaram a torcida com bom futebol e gols, no caso do atacante.
O jogador mais lembrado, entretanto, é o armador, que o time, justamente, não tem.
quem correspondeu e quem ficou devendo no Campeonato Paulista
Após três meses e a eliminação no Campeonato Paulista, Jair Ventura já pode tirar conclusões sobre o elenco do Santos. Reforços deram certo, e meninos da base surpreenderam. Por outro lado, houve atletas que ficaram devendo. A Tribuna fez um balanço dos três primeiros meses do ano.
Contratação mais cara (R$ 6,6 milhões), Gabriel chegou com tudo. Fez 4 gols em quatro jogos, mas, depois de ficar suspenso contra o Corinthians, parou de marcar e acumulou más atuações. Tomou três amarelos no Paulistão e um vermelho na Libertadores. É, ainda, o jogador que mais se colocou em impedimento no Estadual: 13 vezes em oito partidas.
Copete era titular e despertou o interesse de outros clubes. As más atuações o levaram para o banco e, agora, sequer tem sido relacionado. Jair Ventura, entretanto, não desistiu do atacante. “Trabalho do treinador é resgatar, como resgatamos o (Leandro) Donizete. Podemos resgatar o Copete também”, afirmou.
Renato é capitão do time e ídolo da torcida. Só que, aos 38 anos, não consegue mais defender e apoiar o ataque com a eficiência de outros tempos. Perdeu a vaga de titular, embora tenha jogado nas semifinais.
Daniel Guedes e Léo Cittadini vivem situação parecida. Formados na base, começaram o ano como reservas e ganharam vaga no time. No primeiro caso, muito pela lesão de Victor Ferraz. Os dois não comprometem, mas também nunca tiveram atuações deslumbrantes.
Vecchio chegou a ser o jogador com mais tempo de jogo no elenco: 12 partidas como titular, a maioria como meia. De uma hora para a outra, perdeu espaço e está no banco. O técnico, no entanto, saiu em defesa do argentino. “Nada impede que ele possa voltar. É uma opção minha. Não tem nada. É um cara especial”, disse Jair, após a eliminação na semifinal para o Palmeiras.
Diogo Vitor foi apontado como joia da base. Depois do gol contra o Corinthians ganhou mais chances. Foi titular em duas partidas, mas decepcionou e ainda perdeu um pênalti decisivo.
Rodrygo foi garimpado por Jair Ventura. Começou entrando durante os jogos e virou titular. Marcou 4 gols, um deles uma pintura pela Libertadores.
A má fase de Alison passou. Hoje, o volante é respeito pela torcida, titular indiscutível e temido pelos atacantes. É o maior ladrão de bolas do Estadual: 47 desarmes.
Sasha e Dodô estavam encostados em seus times e chegaram com o campeonato em andamento. Aos poucos, ganharam espaço e conquistaram a torcida com bom futebol e gols, no caso do atacante.
O jogador mais lembrado, entretanto, é o armador, que o time, justamente, não tem.

