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Vecchio afirma estar vivendo melhor momento dele no Santos

Titular em todas as partidas do Santos, meia se firma e deixa fase de instabilidade pra trás


Vecchio chegou reclamando do calor em Santos. Nada a que não esteja acostumado, já que Rosário, sua cidade natal, na Argentina, também é famosa pelo clima quente. Depois de passar por maus bocados na Vila Belmiro, ele está tendo a primeira grande sequência de jogos como titular neste início de temporada.

Se contar os três jogos do ano passado que fez com Elano, e os seis, até agora, com Jair Ventura, Vecchio disputou no sábado, no empate em 2 a 2 com a Ferroviária, sua nona partida seguida como titular. “É meu melhor momento no Santos. Trabalhei muito, sofri muito para conseguir essa sequência”, relembra.

Os números comprovam. Em 2016, no ano de estreia no Santos, Vecchio disputou 9 jogos, não balançou as redes, nem deu passes para gol. Em 2017, foram 15 partidas com uma assistência e um gol, contra a Chapecoense. Em 2018, em apenas seis jogos, já foram três passes para os companheiros marcarem, fora o fato de que ele começou como titular em todas as ocasiões. 

Emiliano Gabriel Vecchio tem 29 anos e chegou ao Santos em junho de 2016, vindo do Qatar. Na época, o técnico era Dorival Junior. Os dois não tiveram a melhor relação do mundo e, até hoje, o jogador fica visivelmente constrangido ao falar do ex-treinador. “O professor Dorival, a princípio, me escalou de ponteiro direito. Depois, de meia. E tentei fazer o melhor”, lembra. 

Já Levir Culpi preferiu escalá-lo mais recuado, sua posição de origem. A sequência era boa, mas Vecchio se machucou contra o Flamengo, na Copa do Brasil, em julho de 2017. Até hoje, o músculo adutor da coxa requer cuidado.



Nova fase

Sobre o trabalho com Jair Ventura, Vecchio diz que as maiores qualidades do comandante são a simplicidade e a forma como passa as instruções. Ele garante que cada jogador sabe o que precisa fazer.

“Ele não pede coisa estranha para o jogador”, diz. “Muitas vezes, os treinadores pedem muitas coisas para um jogador e isso acaba atrapalhando um pouco, porque você não sabe o que fazer no campo”, explica. 

De acordo com ele, Jair Ventura solicita que os jogadores não mantenham posição fixa, que cada um ocupe a posição que for necessário, desde que haja um ordenamento tático a ser seguido.

Armação

Desde que Lucas Lima trocou o Santos pelo Palmeiras, a diretoria busca um meia armador. Vecchio vem desempenhando essa função. Jean Mota é outra opção no elenco que também atua como meia. Quando ele entra, Vecchio recua. “Minha posição sempre foi de segundo volante, mas não tenho nenhum problema para jogar como meia”. 

Sobre o também argentino Lucas Zelarayán, meio-campista do Tigres, do México, que é alvo do Santos nas últimas semanas, Vecchio jura que não trocou mensagens com o conterrâneo, mas avisa que não se trata de um meia clássico.

Fonte:A tribuna 


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