Gabigol tem apenas 21 anos de vida, mas já superou obstáculos de gente grande durante sua trajetória no futebol. Seu alicerce nos períodos mais difíceis foram seus pais, Lindalva Barbosa de Lima e Valdemir Silva. Só eles sabem o quanto foi difícil a passagem de Gabigol pelo futebol europeu, onde a expectativa era grande, mas a realidade foi bem diferente.
De volta ao Santos, clube que o revelou para o futebol, o cenário é completamente diferente. São três gols marcados em três jogos, o último deles na vitória por 1 a 0 no clássico contra o São Paulo, no último domingo, além de boas atuações e a confiança da torcida e do técnico Jair Ventura, que rasgou elogios ao camisa 10.
Resultado: em 10 dias, Gabigol balançou mais as redes do que nos 18 meses na Europa. Com mais um jogo completo (o quarto desde sua volta), ele supera o número de minutos em campo nas passagens por Inter de Milão e Benfica, quando atuou por 349 minutos divididos (184 na Itália e 165 em Portugal) em 15 partidas – são 261 no Santos.
O bom momento, claro, dá um alívio ao atacante, que chega em casa e vê seus pais felizes:
– A maior alegria de jogar e de fazer gols é chegar em casa e ver meus pais felizes. Eles "sofreram" um pouco comigo. Creio que eles estão felizes com o meu momento. Como eu falei, ainda é muito pouco, mas estou feliz, quero dar sequência e fazer história aqui no Santos – disse Gabigol, em entrevista exclusiva ao GloboEsporte.
Apoio dos pais na volta por cima
Ao Esporte Espetacular, da TV Globo, os pais do atacante desabafaram. Apesar de todo o apoio dado nos 18 meses em que Gabigol ficou na Europa, eles reconheceram que não foi uma tarefa fácil ver, todos os dias, o filho triste por não poder fazer o que mais ama: jogar futebol.
– O dinheiro não é o mais importante. A felicidade é tudo. E pra mim, meus filhos estando infelizes, eu também estou. Na Itália, quando ele chegava em casa, eu abraçava ele, beijava, fazia comida pra ele, para tentar amenizar um pouco... Na frente dele eu o abraçava, dizia que estava tudo bem, que no outro dia ia ser diferente. Mas aí eu ia pro quarto e chorava um pouco – disse Lindalva Barbosa de Lima, mãe de Gabigol.
– O Gabriel sempre foi dedicado em tudo que ele fazia. (Na Europa) Não deram chance pra ele jogar, essa que foi a verdade. E a gente via a dedicação dele, como ele chegava em casa... – completou Valdemir Silva, o pai do camisa 10, em lágrimas.
No tempo em que passou por Inter de Milão, da Itália, e Benfica, de Portugal – 18 meses – o camisa 10 participou de 15 partidas, marcando dois gols.
O atacante, revelado nas categorias de base do Santos, ganhou sua primeira oportunidade no time profissional do Peixe em 2013, ainda aos 16 anos, despontou no futebol brasileiro em 2015 e 2016 e foi vendido com status de estrela, por quase R$ 100 milhões, para a Inter de Milão, da Itália.
Agora, na volta ao Santos, já se sente tão à vontade que acaba sendo um dos responsáveis pela preleção, como mostra este vídeo da Santos TV, com os bastidores da vitória de domingo sobre o São Paulo
fonte : globoesporte
De volta ao Santos, clube que o revelou para o futebol, o cenário é completamente diferente. São três gols marcados em três jogos, o último deles na vitória por 1 a 0 no clássico contra o São Paulo, no último domingo, além de boas atuações e a confiança da torcida e do técnico Jair Ventura, que rasgou elogios ao camisa 10.
Resultado: em 10 dias, Gabigol balançou mais as redes do que nos 18 meses na Europa. Com mais um jogo completo (o quarto desde sua volta), ele supera o número de minutos em campo nas passagens por Inter de Milão e Benfica, quando atuou por 349 minutos divididos (184 na Itália e 165 em Portugal) em 15 partidas – são 261 no Santos.
O bom momento, claro, dá um alívio ao atacante, que chega em casa e vê seus pais felizes:
– A maior alegria de jogar e de fazer gols é chegar em casa e ver meus pais felizes. Eles "sofreram" um pouco comigo. Creio que eles estão felizes com o meu momento. Como eu falei, ainda é muito pouco, mas estou feliz, quero dar sequência e fazer história aqui no Santos – disse Gabigol, em entrevista exclusiva ao GloboEsporte.
Apoio dos pais na volta por cima
Ao Esporte Espetacular, da TV Globo, os pais do atacante desabafaram. Apesar de todo o apoio dado nos 18 meses em que Gabigol ficou na Europa, eles reconheceram que não foi uma tarefa fácil ver, todos os dias, o filho triste por não poder fazer o que mais ama: jogar futebol.
– O dinheiro não é o mais importante. A felicidade é tudo. E pra mim, meus filhos estando infelizes, eu também estou. Na Itália, quando ele chegava em casa, eu abraçava ele, beijava, fazia comida pra ele, para tentar amenizar um pouco... Na frente dele eu o abraçava, dizia que estava tudo bem, que no outro dia ia ser diferente. Mas aí eu ia pro quarto e chorava um pouco – disse Lindalva Barbosa de Lima, mãe de Gabigol.
– O Gabriel sempre foi dedicado em tudo que ele fazia. (Na Europa) Não deram chance pra ele jogar, essa que foi a verdade. E a gente via a dedicação dele, como ele chegava em casa... – completou Valdemir Silva, o pai do camisa 10, em lágrimas.
No tempo em que passou por Inter de Milão, da Itália, e Benfica, de Portugal – 18 meses – o camisa 10 participou de 15 partidas, marcando dois gols.
O atacante, revelado nas categorias de base do Santos, ganhou sua primeira oportunidade no time profissional do Peixe em 2013, ainda aos 16 anos, despontou no futebol brasileiro em 2015 e 2016 e foi vendido com status de estrela, por quase R$ 100 milhões, para a Inter de Milão, da Itália.
Agora, na volta ao Santos, já se sente tão à vontade que acaba sendo um dos responsáveis pela preleção, como mostra este vídeo da Santos TV, com os bastidores da vitória de domingo sobre o São Paulo
fonte : globoesporte
