O conselheiro Esmeraldo Tarquínio protocolou, na tarde desta segunda-feira, no Conselho Deliberativo do Santos, o terceiro pedido de impeachment contra o presidente José Carlos Peres.
O documento, com 100 assinaturas , o que representa um terço dos conselheiros ativos, segundo Esmeraldo, se baseia no parecer do Conselho Fiscal que apontou uma série de irregularidades supostamente cometidas pelo mandatário durante o primeiro trimestre deste ano – Peres assumiu o clube em janeiro.

Terceiro pedido de impeachment do presidente José Carlos recebeu 100 assinaturas (Foto: Arthur Faria)
O relatório afirma que o cartola era sócio de duas empresas de agenciamento de atletas no período em que se tornou presidente, o que é proibido pelo estatuto. Uma delas, segundo o requerimento, teria realizado negócios com o clube.
– O presidente já antecipou uma parte da defesa, que será certamente uma defesa muito pífia. Ele diz que encerrou a empresa. Isso tem pouca representatividade. O estatuto não fala porque ele encerrou a empresa que ele deixou de infringir – disse Esmeraldo.
– Nós entregamos um documento composto por uma petição de 22 páginas, que fala da infração ao estatuto. Somamos neste documento 100 assinaturas. Temos um terço do plenário que apoia essa movimentação – emendou o conselheiro.
Um outro pedido de impeachment, baseado nas mesmas questões, foi protocolado na última quarta-feira, organizado por um outro grupo de conselheiros, liderado por Alexandre Santos e Silva, que já havia feito um pedido semelhante em abril, que foi arquivado.
O documento, com 100 assinaturas , o que representa um terço dos conselheiros ativos, segundo Esmeraldo, se baseia no parecer do Conselho Fiscal que apontou uma série de irregularidades supostamente cometidas pelo mandatário durante o primeiro trimestre deste ano – Peres assumiu o clube em janeiro.

Terceiro pedido de impeachment do presidente José Carlos recebeu 100 assinaturas (Foto: Arthur Faria)
O relatório afirma que o cartola era sócio de duas empresas de agenciamento de atletas no período em que se tornou presidente, o que é proibido pelo estatuto. Uma delas, segundo o requerimento, teria realizado negócios com o clube.
– O presidente já antecipou uma parte da defesa, que será certamente uma defesa muito pífia. Ele diz que encerrou a empresa. Isso tem pouca representatividade. O estatuto não fala porque ele encerrou a empresa que ele deixou de infringir – disse Esmeraldo.
– Nós entregamos um documento composto por uma petição de 22 páginas, que fala da infração ao estatuto. Somamos neste documento 100 assinaturas. Temos um terço do plenário que apoia essa movimentação – emendou o conselheiro.
Um outro pedido de impeachment, baseado nas mesmas questões, foi protocolado na última quarta-feira, organizado por um outro grupo de conselheiros, liderado por Alexandre Santos e Silva, que já havia feito um pedido semelhante em abril, que foi arquivado.
