Apesar de boa partida de Jean Mota, Zeca deve voltar
27/03/2017 | 15h56 - Atualizado em 27/03/2017 | 17h14
TED SARTORI
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Mesmo criticado e com substituto mostrando bom futebol, atleta será o titular da ala esquerda
Zeca foi poupado diante do Santo André por conta de desgaste físico e tinha risco de sofrer uma lesão
(Foto: Alberto Marques/A Tribuna)
Pelo visto a boa atuação do meia Jean Mota, improvisado na lateral esquerda, na vitória sobre o Santo André, não irá comover Dorival Júnior para mantê-lo na posição para enfrentar o Novorizontino, na próxima quarta-feira (29), às 21h45, na Vila Belmiro, pela última rodada da primeira fase do Paulistão.
O titular Zeca foi poupado diante do time do ABC porque apresentava desgaste físico elevado e corria risco de sofrer uma lesão. No entanto, o jogador não vem brilhando e recebeu críticas da torcida. Uma pichação na Vila Belmiro, feita na noite de segunda-feira (20) e apagada na manhã seguinte, fazia referência direta ao lateral esquerdo do Alvinegro, com a frase “Zeca, joga bola”.
A manutenção de Jean Mota na lateral diante do Novorizontino depende justamente da recuperação plena de Zeca. “Ele vem em uma sequência muito forte e buscamos a recuperação nesse final de semana. Vamos ver no jogo seguinte. No final de semana talvez o tenha”, explicou Dorival Júnior, logo após o triunfo sobre o Santo André no último sábado (25).
Trata-se de um ato de coerência do treinador santista. Leva-se em conta o argumento utilizado pelo próprio Dorival na mesma fala a respeito, usando um exemplo ocorrido contra o time do ABC. “O Vanderlei saiu por lesão em treinamento. Seria muito incoerente se não voltasse à titularidade. O Vladimir entendeu muito bem”, contou, referindo-se à troca de goleiros, mesmo com Vladimir tendo boas atuações.
O técnico Dorival Júnior voltou a ressaltar a tranquilidade pela criação do Santos estar funcionando, mesmo com a vitória sobre o Santo André ter sido pela vantagem mínima. “Daqui a pouco vamos voltar a fazer gols dentro da normalidade. O mais importante é criar. Talvez estivesse mais preocupado se não estivéssemos criando”, afirma
