Uma mudança na rotina da Vila Belmiro tem incomodado membros da comissão técnica e alguns jogadores do Santos. Desde a chegada de Orlando Rollo, há relatos ouvidos pelo blog que o ambiente ficou muito mais aberto a pessoas que não trabalham no time
Conselheiros, membros de torcidas organizadas e pessoas que não pertencem ao quadro de funcionários têm mais acesso hoje do que tinham na época de José Carlos Peres na presidência.
A situação preocupa diferentes pessoas que relatam que há menos sigilo e menos privacidade no dia a dia da equipe. No fim de semana, por exemplo, seis membros de torcida organizada se reuniram com o grupo.
Até mesmo a aglomeração causada pelo apoio de torcedores no aeroporto no último dia 2, antes da viagem ao Ceará, foi relacionada com a falta de privacidade nas informações em relação à viagem do elenco. Os mais incomodados lembram que há uma pandemia em curso e que o certo é diminuir ao máximo o contato do elenco com o mundo exterior.
Pessoas da atual gestão afirmam que Rollo tem uma melhor relação com boa parte do clube e com membros das organizadas. Eles relatam que aproximação é algo que naturalmente aconteceria depois de uma gestão marcada por escândalos e isolamento de Peres no Conselho.
Eles ainda afirmam que há um rígido controle para o acesso de pessoas ao Centro de Treinamento por conta da Covid, com uma série de protocolos e testagem em massa. No caso da visita dos organizados no fim de semana, o time afirmou ao blog por meio da assessoria de imprensa que as seis pessoas que foram à reunião foram obrigadas a passar pelos testes, que deram negativo.

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